.tomar um trago e continuar calado.

“Fissurado para ir a um bar de que gostava, não havia ninguém que eu conhecesse, ou que quisesse conhecer. O balcão foi mudado, sem razão orgânica aparente, de um lugar para outro – garçons diferentes, nada que eu queira ouvir na máquina de música. (Estou no bar certo?) Todos se foram e eu estou sozinho em lugar nenhum. A cada noite, as pessoas são mais feias, os móveis mais horríveis, os garçons mais estúpidos, a música mais irritante, mais e mais, como um filme acelerado no vórtex da desintegração mecânica e da mudança sem sentido.”

*William Burroughs, Cartas do Yage*

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